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14/11/2006 Prémio
de jornalismo UNESCO: Era uma vez um arrastão ganha menção honrosa Diana Andringa, realizadora
do vídeo Era uma vez um arrastão, recebeu uma menção honrosa na
Primeira Edição do Prémio de Jornalismo “Direitos Humanos, Tolerância e Luta
contra a Discriminação na Comunicação Social”, promovido pela Comissão
Nacional da UNESCO e pelo Instituto de Comunicação Social. O vídeo foi
divulgado exclusivamente pela Internet, com o objectivo de denunciar a farsa
montada em torno de um crime, um “arrastão” no dia 10 de Junho na Praia de
Carcavelos, que na verdade nunca existiu. E também expor a atitude dos média
perante uma história explosiva e as consequências políticas e sociais de uma
notícia falsa. Mesmo depois de ter ficado amplamente reconhecido que o
arrastão realmente nunca existiu, este vídeo nunca foi exibido nas
televisões. Mas ainda pode ser visto aqui. O Prémio teve dois vencedores
ex-aequo: Bernardo Ferrão, pela peça A um salto, apresentada na SIC, e
Jaime Cravo, pela peça Meio de fuga apresentada na Sport TV. Além da menção honrosa a Diana Andringa, o júri, constituído por Guilherme d’Oliveira Martins e pelos jornalistas Ana Sousa Dias e José Solano de Almeida, decidiu atribuir menções honrosas a Anabela Saint Maurice, pela peça Agora existo, apresentada na RTP1 e a Luís Miguel Loureiro, pela peça Flutuantes, apresentada na RTP1. |